09 Setembro 2008

QUEDA NAS VENDAS DE PRODUTOS DE BELEZA

Interessante esta noticia confirmada pela Abihpec. Nota que pela PRIMEIRA VEZ EM DOZE ANOS (DESDE 1996) há uma queda nas vendas de cosméticos no Brasil. Só não concordo com a explicação do lobo mau desta história....do motivo desta queda, ela pode fazer parte da queda mas a principal é a Substituição Tributária que em QUASE TODOS OS ESTADOS da federação estão usando.

08/07 - Valor EconômicoInflação derruba vendas de produtos de beleza (http://www.abmapro.org.br/page/noticias_clipping_detalhes.asp?id=236)
Mal a indústria de higiene pessoal e beleza consolidou os números de 2007 - com faturamento 22,6% maior em relação a 2006 - sai o primeiro levantamento das vendas deste ano, apontando queda no volume vendido de 0,9%
Nem deu tempo de comemorar. Mal a indústria de higiene pessoal e beleza consolidou os números de 2007 - com faturamento 22,6% maior em relação a 2006 - sai o primeiro levantamento das vendas deste ano, apontando queda no volume vendido de 0,9% de janeiro a abril, em relação aos mesmos meses do ano passado.
"Pela primeira vez em 12 anos tivemos um primeiro semestre com crescimento abaixo de dois dígitos", diz João Carlos Basilio da Silva, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, a Abihpec. Segundo ele, desde 1996, o setor crescia em média 10,9% nos seis primeiros meses do ano.
Mas 2008 não deve ser tão festivo quanto 2007. O que preocupa são as variações apuradas pelo instituto de pesquisa Nielsen, nos primeiros quatro meses do ano. Alguns artigos importantes para o setor tiveram uma diminuição drástica de vendas. Destaque para o tombo no volume vendido de produtos pós xampu de 8,7%, e de desodorantes, com 6,2%. Os sabonetes venderam 5% menos em quantidade e os xampus mostraram queda de 4,8%.
O "lobo mau" da história é a alta do petróleo e da energia, já que muitas matérias primas de cosméticos e produtos de higiene vêm do minério. Grandes fornecedores da indústria, como a alemã Basf e a americana Dow, que anunciaram materiais até 25% mais caros este ano.